Contra o colapso social

Aos que insistem em discordar do que vivemos, entre o real e a fantasia, a única coisa que ainda está bem longe da realidade no Amazonas são os números da curva de contaminação da Covid-19. Assim como em todo o Brasil, o nosso Estado não tem volume de testes suficiente para detectar quem está ou não contaminado.

Mas, apesar dessa dificuldade, com o pouco que se tem, já é possível mostrar que saímos de um estágio preocupante da “contaminação comunitária” para outro mais alarmante, que é “aceleração descontrolada”.

Menos de 30 dias do primeiro caso de contaminação confirmada, Manaus já empatou com São Paulo, proporcionalmente, em número de mortos para cada 100 mil habitantes. O sistema de saúde da capital colapsou. A doença avança por todo Estado. Parintins, briga na Justiça para conseguir mandar seus doentes para serem tratados na capital. Manacapuru tem a maioria dos casos do interior.

A Zona Leste de Manaus há dias não tinha registros de contaminação, agora já apresenta casos confirmados em bairros como São José, Zumbi, Armando Mendes, Jorge Teixeira, Tancredo e Mauazinho. Nos hospitais, com a falta de Equipamentos de Proteção Intensivas (EPIs), crescem os relatos de profissionais da saúde contaminados e até vindo a óbito.

Com o comércio de portas fechadas e boa parte da indústria paralisada, à Folha de São Paulo, o governador do Amazonas já disse que só tem dinheiro para pagar a folha dos servidores de abril e que a arrecadação deste ano deve cair 25%, pelo menos.

Em mares revoltos como esses que vivemos hoje, o governo precisa sentar com o comércio e a indústria para reforçar o isolamento social, buscar a eficiência nos gastos públicos, dialogar com o Legislativo para destravar muitas amarras do Orçamento, a fim de manter o funcionalismo público a serviço da população. E, ainda, sentar com o governo federal em busca de ajuda emergencial para evitar o colapso social.

Para onde vamos nesse mar revolto? O que fazer quando parece que chegou ao fundo do Poço?

“mares calmos não fazem grandes marinheiros”.

Separar o joio do trigo, os homens dos meninos, é de um limão de que faz uma limonada,

Frase com essência empreendedora como “é diante do caos que nascem as soluções” e “as melhores histórias são aquelas que nascem em meio à turbulência”,

Artigo de Segunda

Despesas do hospital da Nilton Lins

Temos o Trropical Hotel que esta parada Luz, IPTU, ISS, nuam alção conjunta, Estado e prefeitura transformar ele num grande hospital de campanha

Nós devemos trazer para o serviço publico a ações de governança das iniciativa privada que são efeicia

O custo seria apenas de custo

Gestão eficiência no ggasto com recurso público

Tem cama

Hospitial de campanha como já fizeram

Deixe uma resposta